A Culturados Robôs



Na Antiguidade:

A ideia do robô não é recente. Se pensarmos bem, somos capazes de identificar já esta ideia no Mito de Pigmalião, em que a estátua Galateia ganha vida e distancia-se do seu criador para poder partir à conquista do mundo dos homens. Isto na Antiguidade Grego-romana. Na mitologia clássica, o deus do ferro e do metal criou escravos inteiramente de metal e de ouro para fazer deles seres inteligentes para que substituíssem os homens criados por Zeus para vingar-se do seu irmão ilegítimo Glorias.


No Renascimento:

Segundo aquilo que foi encontrado, o primeiro robô com forma humana foi desenhado por Leonardo da Vinci em 1495. O robô consistia num cavaleiro munido de uma armadura que conseguia mexer-se, levantar a cabeça, os braços e as pernas. O desenho deve ter sido inspirado pelas pesquisas relativas à anatomia do Homem de Vitruviano.


Desde o século XIX:

A tecnologia conseguiu evoluir ao ponto de conseguir adivinhar o que o futuro nos trará em termos de robôs e das suas características. Muita rapidamente, houve uma espécie de sentimento de medo e de receio relativamente às criaturas que poderiam vir a ser criadas pela robótica. Isto foi mais ou menos aquando da publicação da obra Frankenstein em 1818. A partir daí, houveram cada mais obras literárias, num primeiro tempo, e de outros géneros, num segundo tempo, a abordar esta temática. Cinema e romances, são inúmeras as obras que giram à volta dos robôs.

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